
Isabel Alves Costa dirigiu artisticamente o Rivoli Teatro Municipal até à sua entrega, pela Câmara Municipal do Porto, a uma empresa privada em 2006. Pré-publicamos o livro Rivoli 1989 -2006 que descreve, com reflexão e minúcia, a história de um espaço fundamental para a cidade do Porto. Modelo de programação e exemplo de uma estratégia de formação de públicos, o Rivoli foi, durante anos, palco para as mais diversas manifestações artísticas, tendo sido pioneiro na apresentação regular e concertada de áreas cuja recepção não era de todo previsível, como foi o caso do novo circo. Hoje, o Rivoli está fechado numa programação monolítica e desfasado da sua função primordial: ser um espaço que, a partir de uma cidade, sirva de referência para o país. A ser editado brevemente, este livro fixa a história de um teatro que foi também o princípio de uma ideia de política cultural. A sua pré-publicação, numa altura em que se discute, nos tribunais, a legalidade dessa cedência camarária é também um contributo para a denúncia do que ficou pelo caminho.



No término de um intenso ano de celebrações e prospecção, a Fundação Calouste Gulbenkian publica a sua história. Fundação Gulbenkian – Cinquenta Anos 1956 - 2006, organizado por António Barreto e a editar em breve, sistematiza em dois volumes a missão da instituição e o impacto da sua acção nos domínios estatutariamente previstos: caridade, arte, educação e ciência. A presença internacional da Fundação e uma avaliação do seu património são os capítulos que completam a obra (além de importantes blocos de imagens), cujos autores são, além de Barreto, José Medeiros Ferreira, António Correia de Campos, Jorge Simões, António Pinto Ribeiro, António Nóvoa, Jorge Ramos do Ó, Jorge C.G. Calado, Kenneth Maxwell e João Confraria.
Internacional
Da crítica e ensaísta Eugénia Vasques recuperamos um esboço do seu novo livro Para a História da Encenação em Portugal: O difícil Progresso do Conceito de Encenação no Teatro (1837-1928).
A editora Antígona fez chegar em Julho de 2009 às livrarias a obra Sobre o Teatro de Marionetas do escritor alemão Heinrich von Kleist numa tradução de José Miranda Justo. Sobre esta obra, diz a nota de imprensa: Heinrich von Kleist (1777-1811) é um dos nomes maiores da literatura alemã do séc. XIX e o mais importante dramaturgo do Romantismo alemão, considerado o precursor do teatro moderno. Além disso, escreveu poemas, novelas, contos e ensaios, em que revela um génio único.

















































































